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O que realmente fazem os cremes anti-idade para retardar o envelhecimento

Eles estão cada vez mais tecnológicos e com ações específicas. Entenda o que esperar de um creme antienvelhecimento

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Hidratação é tudo que um creme anti-idade pode oferecer? Definitivamente não. Com o avanço da tecnologia, as moléculas estão cada vez mais multifuncionais – e específicas, agindo no alvo certo para desenvolver ações em benefício da saúde cutânea e promover defesa antioxidante, mais nutrição e renovação. Abaixo, consultamos especialistas para explicar 7 ações dos cosméticos que realmente valem a pena apostar:

Antioxidante
Na embalagem, procure por Vitamina C, Ácido Ferúlico, OTZ 10, Niacinamida, Superox C, Resveratrol e Alistin. “Os antioxidantes são verdadeiros defensores da nossa pele e atuam para neutralizar os radicais livres, que causam danos às células da pele e, portanto, causam rugas. Além disso, eles também aumentam a produção de colágeno e muitos deles têm efeito clareador. Para obter o máximo de proteção, você pode aplicá-lo antes do protetor solar para potencializar a defesa da pele”, afirma a Dra. Roberta Padovan, médica pós-graduada em Dermatologia e Medicina Estética.

“Nosso organismo já conta com um sistema antioxidante endógeno, mas por causa de um processo metabólico, nosso corpo produz mais radicais livres quando exposto aos raios UVA, UVB, poluição e outros hábitos ruins, como fumar, estresse constante e alimentação ruim. Então, o organismo não dá conta do recado. E é por isso que devemos usar esses ativos, tanto via tópica quanto oral (na alimentação e por suplementos)”, afirma a dermatologista Dr. Paola Pomerantzeff, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia. E isso também pode ser influenciado pela nossa genética. “Por exemplo, a carência de genótipos de genes como SOD2 e CAT comprometem a capacidade antioxidante da pele em responder bem contra a ação dos radicais livres”, afirma o geneticista Dr. Marcelo Sady, Pós-Doutor em Genética e diretor geral Multigene. Ou seja, essas características predispõem o paciente a ter mais rugas e sofrer mais com o fotoenvelhecimento.


Se for investir na Vitamina C, a mais famosa, é bom ficar atento às fórmulas que garantam proteção contra a oxidação do ativo (Vitamina C Estabilizada). Uma novidade também é o trans-resveratrol, ou resveratrol mimético. Segundo o dermatologista Dr. Gustavo Saczk, membro Titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica, esse ativo tem poderosa capacidade antioxidante e propriedades multifuncionais de clareamento da pele. “Composto pelo trans-resveratrol, forma mais estável e biodisponível do ingrediente, esse ativo cosmético possui múltiplo mecanismo de ação no combate às hiperpigmentações da pele para iluminá-la visivelmente em apenas duas semanas. O resveratrol mimético reduz a síntese de melanina (pigmento que dá cor à pele e é responsável pela formação das manchas) de diferentes formas”, destaca o dermatologista Dr. Gustavo. Dessa forma, o ativo é capaz de reduzir a melanogênese, isto é, a síntese de melanina para clarear manchas e tornar a pele mais radiante.

Nutrição e reparação
Acredite, existem componentes cosméticos especializados em conferir nutrição e reparar a barreira cutânea. “O que entendemos por nutrição celular é justamente o fornecimento, para a pele, de vitaminas, oligoelementos e minerais, que participam do metabolismo, bom funcionamento, estímulo do colágeno e proteção da pele”, explica a farmacêutica Maria Eugênia Ayres. “Um desses ativos é Oligomix, uma associação de oligoelementos de sais minerais (cobre, zinco, magnésio e manganês), que tem ação multifuncional com efeito antiestresse e antifadiga da pele, protegendo-a contra os radicais livres e inflamação”, completa a farmacêutica.

No mercado, a Be Belle conta com o sérum Pearly Booster Caviar, que conta com bionanotecnologia exclusiva de permeação na pele em forma de pérolas, para promover ação nutritiva, regenerativa e antirrugas. “O Extrato de Caviar é um ativo nanotecnológico que oferece proteção contra os efeitos nocivos dos raios solares e ajuda na manutenção da estrutura do DNA da pele, desacelerando o processo de envelhecimento e conservando a vitalidade do tecido cutâneo”, explica a cosmiatra Ludmila Bonelli, especialista em dermatocosmética e diretora científica da Be Belle.

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Antimanchas
Segundo a dermatologista Dra. Patrícia Mafra, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, os produtos antimanchas usados no tratamento clareador, na sua grande maioria, apresentam mais de um ativo na sua formulação para que o resultado seja mais efetivo. “A melanina é produzida pelo melanócito através de uma cascata de reações celulares. Essas reações se iniciam com a incorporação de precursores da melanina por esta célula, seguida da síntese e posterior liberação com transferência do pigmento para os queratinócitos, que são células adjacentes mais superfícies na pele.

Os ativos clareadores apresentam mecanismos de ação variados. Eles podem atuar inibindo o estímulo inicial, seja ele químico, físico ou biológico. É o exemplo do protetor solar que ajuda a impedir a ação da radiação ultravioleta. Outra ação característica é impedir a absorção dos precursores pelo melanócito. Se compararmos o melanócito a uma fábrica, é como se faltasse matéria-prima para dar início a produção. Os ativos antimanchas também podem impedir a formação de melanina através da inibição de alguma etapa da síntese. Voltando à comparação, é como se alguma máquina da fábrica estivesse com defeito. Os cremes também podem impedir a liberação e transferência do pigmento já produzido. Seria como se tivesse ocorrido algum problema com o sistema de transporte da fábrica. Além disso, há mais duas outras ações: de remoção das células do pigmento que já foi produzindo e de remoção dos queratinócitos da camada mais superficial da pele”, explica a dermatologista Dra. Patrícia.

Renovação
São os ácidos e os esfoliantes os grandes responsáveis pela renovação celular. De forma geral, os esfoliantes são produtos mais bem tolerados que os ácidos e fazem uma renovação mais superficial, o que ajuda também a aumentar a permeação dos cremes que vêm na sequência. O esfoliante Tribeca, da B.URB, por exemplo, é formulado com matérias-primas naturais e capaz de remover impurezas e células mortas da pele, desobstruindo os poros e ajudando na renovação celular. Se você precisa de um tratamento mais profundo, mas sofre com os efeitos do retinol, que favorece o surgimento de vermelhidão, irritação, sensibilidade e descamação, pode experimentar Lanablue, um extrato de algas azul-esverdeadas, ricas em vitamina B, aminoácidos e pigmentos específicos. “Ele atua como um retinol natural sobre a diferenciação dos queratinócitos, suavizando e densificando a epiderme”, explica a farmacêutica Maria Eugênia.

Antiglicante
Açúcares, doces, farinha branca, enfim, carboidratos de alto índice glicêmico estão envolvidos também com o envelhecimento da pele. “Alimentos com alto índice glicêmico levam ao processo conhecido como glicação. Nesse processo as fibras de colágeno sofrem alterações maléficas. O resultado é uma pele mais flácida e enrugada”, afirma a Dra. Paola Pomerantzeff. “A glicação é um dos maiores vilões da nossa pele. Esse processo significa o açúcar destruindo, endurecendo e mudando a estrutura do colágeno dentro da nossa pele. Essa reação pode aumentar acne, rosácea, estimular oleosidade, piorar o aparecimento de rugas, flacidez, manchas e envelhecimento, aumentar as estrias e celulites. A glicação envolve a pele do corpo todo, as alterações aparecem tanto no rosto quanto no corpo”, explica Ludmila Bonelli. Mas, o mais importante para reverter o processo é o uso de dermocosméticos e nutracêuticos com ação antiglicante, aliada à mudança alimentar. “Nos cremes, temos que procurar ativos antiglicantes que tenham uma permeação profunda na pele, atingindo o colágeno. Porque é ele, lá dentro da pele, que glica. Então precisa ter um permeador no dermocosmético, que consiga chegar no colágeno e fazer essa desglicação”, explica a cosmiatra.

Anti-inflamatório
Além da inflamação que conseguimos ver em casos de acne, dermatite, irritação e vermelhidão da pele, existe um processo inflamatório subclínico conhecido como Inflammaging. “Esse é um conceito novo relacionado ao envelhecimento precoce ocasionado, entre outras condições, pela formação de radicais livres oriundos da exposição aos raios ultravioleta, poluição e alimentação rica em alimentos processados. Essas ações promovem um desequilíbrio entre os mecanismos pró e anti-inflamatórios do organismo, aumentando o status inflamatório contínuo e progressivo” explica a farmacêutica Patrícia França, gerente científica da Biotec Dermocosméticos. Nesse caso, os cremes com Silicium P são indicados. “Esse silício orgânico para uso tópico tem ação anti-inflamatória, cicatrizante e calmante. Ele ativa a biossíntese de colágeno em mais de 20%”, explica a farmacêutica.

Antipoluente
Como a exposição solar e a poluição contínua nos faz perder a defesa imunológica feita pelas células de Langerhans, os ativos antipoluentes devem estar presentes nas fórmulas para evitar que os poluentes se alojem na pele e provoquem uma cascata de danos. “Moléculas como Exo-P, Alistin e Coffee Skin são recomendadas para essa ação. O Exo-P tem atuação mais importante nessa área e forma um escudo diminuindo a adesão da poluição e do material particulado, ‘sequestrando’ metais pesados e protegendo a pele dos danos causados pelos raios UVB”, finaliza Maria Eugênia

 

 

Fonte: Gq

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O que realmente fazem os cremes anti-idade para retardar o envelhecimento

23/09/2021 10:33


Hidratação é tudo que um creme anti-idade pode oferecer? Definitivamente não. Com o avanço da tecnologia, as moléculas estão cada vez mais multifuncionais – e específicas, agindo no alvo certo para desenvolver ações em benefício da saúde cutânea e promover defesa antioxidante, mais nutrição e renovação. Abaixo, consultamos especialistas para explicar 7 ações dos cosméticos que realmente valem a pena apostar:

Antioxidante
Na embalagem, procure por Vitamina C, Ácido Ferúlico, OTZ 10, Niacinamida, Superox C, Resveratrol e Alistin. “Os antioxidantes são verdadeiros defensores da nossa pele e atuam para neutralizar os radicais livres, que causam danos às células da pele e, portanto, causam rugas. Além disso, eles também aumentam a produção de colágeno e muitos deles têm efeito clareador. Para obter o máximo de proteção, você pode aplicá-lo antes do protetor solar para potencializar a defesa da pele”, afirma a Dra. Roberta Padovan, médica pós-graduada em Dermatologia e Medicina Estética.

“Nosso organismo já conta com um sistema antioxidante endógeno, mas por causa de um processo metabólico, nosso corpo produz mais radicais livres quando exposto aos raios UVA, UVB, poluição e outros hábitos ruins, como fumar, estresse constante e alimentação ruim. Então, o organismo não dá conta do recado. E é por isso que devemos usar esses ativos, tanto via tópica quanto oral (na alimentação e por suplementos)”, afirma a dermatologista Dr. Paola Pomerantzeff, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia. E isso também pode ser influenciado pela nossa genética. “Por exemplo, a carência de genótipos de genes como SOD2 e CAT comprometem a capacidade antioxidante da pele em responder bem contra a ação dos radicais livres”, afirma o geneticista Dr. Marcelo Sady, Pós-Doutor em Genética e diretor geral Multigene. Ou seja, essas características predispõem o paciente a ter mais rugas e sofrer mais com o fotoenvelhecimento.


Se for investir na Vitamina C, a mais famosa, é bom ficar atento às fórmulas que garantam proteção contra a oxidação do ativo (Vitamina C Estabilizada). Uma novidade também é o trans-resveratrol, ou resveratrol mimético. Segundo o dermatologista Dr. Gustavo Saczk, membro Titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica, esse ativo tem poderosa capacidade antioxidante e propriedades multifuncionais de clareamento da pele. “Composto pelo trans-resveratrol, forma mais estável e biodisponível do ingrediente, esse ativo cosmético possui múltiplo mecanismo de ação no combate às hiperpigmentações da pele para iluminá-la visivelmente em apenas duas semanas. O resveratrol mimético reduz a síntese de melanina (pigmento que dá cor à pele e é responsável pela formação das manchas) de diferentes formas”, destaca o dermatologista Dr. Gustavo. Dessa forma, o ativo é capaz de reduzir a melanogênese, isto é, a síntese de melanina para clarear manchas e tornar a pele mais radiante.

Nutrição e reparação
Acredite, existem componentes cosméticos especializados em conferir nutrição e reparar a barreira cutânea. “O que entendemos por nutrição celular é justamente o fornecimento, para a pele, de vitaminas, oligoelementos e minerais, que participam do metabolismo, bom funcionamento, estímulo do colágeno e proteção da pele”, explica a farmacêutica Maria Eugênia Ayres. “Um desses ativos é Oligomix, uma associação de oligoelementos de sais minerais (cobre, zinco, magnésio e manganês), que tem ação multifuncional com efeito antiestresse e antifadiga da pele, protegendo-a contra os radicais livres e inflamação”, completa a farmacêutica.

No mercado, a Be Belle conta com o sérum Pearly Booster Caviar, que conta com bionanotecnologia exclusiva de permeação na pele em forma de pérolas, para promover ação nutritiva, regenerativa e antirrugas. “O Extrato de Caviar é um ativo nanotecnológico que oferece proteção contra os efeitos nocivos dos raios solares e ajuda na manutenção da estrutura do DNA da pele, desacelerando o processo de envelhecimento e conservando a vitalidade do tecido cutâneo”, explica a cosmiatra Ludmila Bonelli, especialista em dermatocosmética e diretora científica da Be Belle.

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Antimanchas
Segundo a dermatologista Dra. Patrícia Mafra, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, os produtos antimanchas usados no tratamento clareador, na sua grande maioria, apresentam mais de um ativo na sua formulação para que o resultado seja mais efetivo. “A melanina é produzida pelo melanócito através de uma cascata de reações celulares. Essas reações se iniciam com a incorporação de precursores da melanina por esta célula, seguida da síntese e posterior liberação com transferência do pigmento para os queratinócitos, que são células adjacentes mais superfícies na pele.

Os ativos clareadores apresentam mecanismos de ação variados. Eles podem atuar inibindo o estímulo inicial, seja ele químico, físico ou biológico. É o exemplo do protetor solar que ajuda a impedir a ação da radiação ultravioleta. Outra ação característica é impedir a absorção dos precursores pelo melanócito. Se compararmos o melanócito a uma fábrica, é como se faltasse matéria-prima para dar início a produção. Os ativos antimanchas também podem impedir a formação de melanina através da inibição de alguma etapa da síntese. Voltando à comparação, é como se alguma máquina da fábrica estivesse com defeito. Os cremes também podem impedir a liberação e transferência do pigmento já produzido. Seria como se tivesse ocorrido algum problema com o sistema de transporte da fábrica. Além disso, há mais duas outras ações: de remoção das células do pigmento que já foi produzindo e de remoção dos queratinócitos da camada mais superficial da pele”, explica a dermatologista Dra. Patrícia.

Renovação
São os ácidos e os esfoliantes os grandes responsáveis pela renovação celular. De forma geral, os esfoliantes são produtos mais bem tolerados que os ácidos e fazem uma renovação mais superficial, o que ajuda também a aumentar a permeação dos cremes que vêm na sequência. O esfoliante Tribeca, da B.URB, por exemplo, é formulado com matérias-primas naturais e capaz de remover impurezas e células mortas da pele, desobstruindo os poros e ajudando na renovação celular. Se você precisa de um tratamento mais profundo, mas sofre com os efeitos do retinol, que favorece o surgimento de vermelhidão, irritação, sensibilidade e descamação, pode experimentar Lanablue, um extrato de algas azul-esverdeadas, ricas em vitamina B, aminoácidos e pigmentos específicos. “Ele atua como um retinol natural sobre a diferenciação dos queratinócitos, suavizando e densificando a epiderme”, explica a farmacêutica Maria Eugênia.

Antiglicante
Açúcares, doces, farinha branca, enfim, carboidratos de alto índice glicêmico estão envolvidos também com o envelhecimento da pele. “Alimentos com alto índice glicêmico levam ao processo conhecido como glicação. Nesse processo as fibras de colágeno sofrem alterações maléficas. O resultado é uma pele mais flácida e enrugada”, afirma a Dra. Paola Pomerantzeff. “A glicação é um dos maiores vilões da nossa pele. Esse processo significa o açúcar destruindo, endurecendo e mudando a estrutura do colágeno dentro da nossa pele. Essa reação pode aumentar acne, rosácea, estimular oleosidade, piorar o aparecimento de rugas, flacidez, manchas e envelhecimento, aumentar as estrias e celulites. A glicação envolve a pele do corpo todo, as alterações aparecem tanto no rosto quanto no corpo”, explica Ludmila Bonelli. Mas, o mais importante para reverter o processo é o uso de dermocosméticos e nutracêuticos com ação antiglicante, aliada à mudança alimentar. “Nos cremes, temos que procurar ativos antiglicantes que tenham uma permeação profunda na pele, atingindo o colágeno. Porque é ele, lá dentro da pele, que glica. Então precisa ter um permeador no dermocosmético, que consiga chegar no colágeno e fazer essa desglicação”, explica a cosmiatra.

Anti-inflamatório
Além da inflamação que conseguimos ver em casos de acne, dermatite, irritação e vermelhidão da pele, existe um processo inflamatório subclínico conhecido como Inflammaging. “Esse é um conceito novo relacionado ao envelhecimento precoce ocasionado, entre outras condições, pela formação de radicais livres oriundos da exposição aos raios ultravioleta, poluição e alimentação rica em alimentos processados. Essas ações promovem um desequilíbrio entre os mecanismos pró e anti-inflamatórios do organismo, aumentando o status inflamatório contínuo e progressivo” explica a farmacêutica Patrícia França, gerente científica da Biotec Dermocosméticos. Nesse caso, os cremes com Silicium P são indicados. “Esse silício orgânico para uso tópico tem ação anti-inflamatória, cicatrizante e calmante. Ele ativa a biossíntese de colágeno em mais de 20%”, explica a farmacêutica.

Antipoluente
Como a exposição solar e a poluição contínua nos faz perder a defesa imunológica feita pelas células de Langerhans, os ativos antipoluentes devem estar presentes nas fórmulas para evitar que os poluentes se alojem na pele e provoquem uma cascata de danos. “Moléculas como Exo-P, Alistin e Coffee Skin são recomendadas para essa ação. O Exo-P tem atuação mais importante nessa área e forma um escudo diminuindo a adesão da poluição e do material particulado, ‘sequestrando’ metais pesados e protegendo a pele dos danos causados pelos raios UVB”, finaliza Maria Eugênia

 

 

Fonte: Gq

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